Hoje fui à tua procura. Senti saudades do teu rosto.
Caminhei sem destino, por entre as pedras do tempo que nos abraçam a cada dia. Ao virar da esquina da rua sem nome, chamei-te e tu correste para mim, envolvendo-me nos teus braços macios e quentes.
Aproximei os meus lábios dos teus, e da tua boca pude sentir água viva que brotava só para mim.
Os teus cabelos deslizaram pelo meu rosto, fechando-me os olhos numa profundidade tal, que imaginei-te Deusa-Mãe dos meus cinco sentidos.
- Deixa-me ser todo teu - murmurei-te em surdina.
Tu abriste os meus olhos, levantaste o meu rosto, e foi nesse último beijo, que o nosso Destino ficou eternamente gravado no Tempo.

Aproximei os meus lábios dos teus, e da tua boca pude sentir água viva que brotava só para mim.
Os teus cabelos deslizaram pelo meu rosto, fechando-me os olhos numa profundidade tal, que imaginei-te Deusa-Mãe dos meus cinco sentidos.
- Deixa-me ser todo teu - murmurei-te em surdina.
Tu abriste os meus olhos, levantaste o meu rosto, e foi nesse último beijo, que o nosso Destino ficou eternamente gravado no Tempo.
Os rumores foram mesmo confirmados.
Madonna vai voltar à estrada, com a "Sticky & Sweet Tour", que se transformou em 2008, na Digressão mais rentável de sempre para um artista solo, arrecadando 280 milhões de dólares.
Tive a oportunidade de assistir ao concerto do dia 14 de Setembro, em Lisboa, no Parque da Bela Vista, onde uma multidão de 75.000 pessoas vibrou durante duas horas, com a extraordinária actuação da Rainha da Pop.
Tive a oportunidade de assistir ao concerto do dia 14 de Setembro, em Lisboa, no Parque da Bela Vista, onde uma multidão de 75.000 pessoas vibrou durante duas horas, com a extraordinária actuação da Rainha da Pop.
Ainda esta semana, devem ser anunciadas as novas datas para esta segunda etapa. Tudo aponta para que sejam escolhidas cidades europeias, que em 2008 não foram contempladas no itinerário.
Ontem estava frio... muito frio! Na minha cidade nevou.
Decidi que a tarde, seria passada no quente do meu quarto. Fechei as persianas, deitei-me na minha cama fofa, cobri-me com o cobertor azul macio e coloquei um DVD.
O filme escolhido foi "The Others", com um soberbo desempenho de Nicole Kidman. A história é fascinante, psicologicamente arrebatadora.
É talvez dos filmes mais surpreendentes, daí a minha escolha para o rever. Entretanto, o vento começou a uivar nas janelas do meu quarto. As persianas bateram e uma chuva insistente musicou aquela tarde domingueira. Uma tarde, PERFEITA!

O filme escolhido foi "The Others", com um soberbo desempenho de Nicole Kidman. A história é fascinante, psicologicamente arrebatadora.
É talvez dos filmes mais surpreendentes, daí a minha escolha para o rever. Entretanto, o vento começou a uivar nas janelas do meu quarto. As persianas bateram e uma chuva insistente musicou aquela tarde domingueira. Uma tarde, PERFEITA!
No Sábado passado fui ver Amália - O Filme. É verdade que as expectativas eram muitas. Trata-se afinal, de um filme sobre a vida da mais importante artista Portuguesa.
O "trailer" mil vezes apresentado na televisão até prometia.
Infelizmente, o produto final fica muito aquém do esperado. O argumento não flui, há erros gritantes de "casting" (ninguém me diga que José Fidalgo é actor), e chega a ser maçador assistir a algumas imagens, que nos transportam para uma qualquer telenovela.
Falta um enfoque maior na brilhante carreira de Amália, que é descaradamente passada para segundo plano, em prol da mulher deprimida e profundamente angustiada.
Amália tinha uma tristeza muito grande, é um facto. Só assim pode ser quem foi (é). Mas era muito mais que tristeza e abandono.
No final, fica a sensação de um vazio inexplicável. Como se nada do que vimos, retratasse inteiramente a nossa Amália.
Há dois ou três momentos emocionantes: algumas passagens da infância e sobretudo, a despedida de Alain Oulman.
Escrevo estas linhas ao som da banda sonora do filme, cujos temas de Amália são seguramente bem escolhidos. Parabéns ao Nuno Malo pelas quatro faixas originais.
Como admirador de Amália Rodrigues, prefiro de longe reler a sua biografia, brilhantemente elaborada pelo Vítor Pavão dos Santos, ou até rever o Musical de Filipe La Féria, que durante seis anos em cena arrebatou plateias.
O "trailer" mil vezes apresentado na televisão até prometia.
Infelizmente, o produto final fica muito aquém do esperado. O argumento não flui, há erros gritantes de "casting" (ninguém me diga que José Fidalgo é actor), e chega a ser maçador assistir a algumas imagens, que nos transportam para uma qualquer telenovela.
Falta um enfoque maior na brilhante carreira de Amália, que é descaradamente passada para segundo plano, em prol da mulher deprimida e profundamente angustiada.
Amália tinha uma tristeza muito grande, é um facto. Só assim pode ser quem foi (é). Mas era muito mais que tristeza e abandono.
No final, fica a sensação de um vazio inexplicável. Como se nada do que vimos, retratasse inteiramente a nossa Amália.
Há dois ou três momentos emocionantes: algumas passagens da infância e sobretudo, a despedida de Alain Oulman.
Escrevo estas linhas ao som da banda sonora do filme, cujos temas de Amália são seguramente bem escolhidos. Parabéns ao Nuno Malo pelas quatro faixas originais.
Como admirador de Amália Rodrigues, prefiro de longe reler a sua biografia, brilhantemente elaborada pelo Vítor Pavão dos Santos, ou até rever o Musical de Filipe La Féria, que durante seis anos em cena arrebatou plateias.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


- Follow Us on Twitter!
- "Join Us on Facebook!
- RSS
Contact