Enfermeira dos que sofrem, consoladora dos aflitos, conselheira dos angustiados.
Mãe de todos.
Agradeço de tantas graças que nos concedes.
Indigno-me de tua áurea luminosa.
E rendo-te minha homenagem,rainha das águas.
Que contribui caridade e amor,entre todos os seus filhos.
Eu te agradeço senhora Mãe Yemanjá,por me atender nas horas que recorro a teus poderes divinos graças te dou Yemanjá.
Pelas tuas radiações milagrosas, agradeço, dizendo, obrigado por tua proteção constante que tens proporcionando por nossos irmãos que sofrem.
Curvo-me diante de ti e rogo-me, continue dando proteção a teus devotos.
Que dedicam amor profundo.
Que tua áurea bendita continue protegendo e vibrando bondade.
De paz e saúde sobre aqueles que te ajoelham suplicando aos seus pés.
Dai-nos a tua proteção pura e conforto da alma.
Suplico nesta mensagem porque creio em teu poder imenso assim seja.
Minha mãe querida Yemanjá.
“Odo Iyá, a Mãe do rio, ela não volta mais.
Yemanjá, a rainha das águas, que usa roupas cobertas de pérola.”
Ela tem filhos no mundo inteiro.
Yemanjá está em todo lugar onde o mar vem bater-se com suas ondas espumantes.
Seus filhos fazem oferendas para acalmá-la e agradá-la.
Odô Iyá, Yemanjá, Ataramagbá
Ajejê lodô! Ajejê nilê!
“Mãe das águas, Yemanjá, que estendeu-se ao longe na amplidão.
Paz nas águas! Paz na casa!”
Antes de esperar que os outros me congratulassem pela passagem de mais um ano (facto por si só, aglutinador de sentimentos depressivos), olhei para o espelho e desejei-me felicidades.
Senti um vazio estranho e constrangedor. Os 29 anos não me pesam absolutamente nada… mas apeteceu-me olhar bem para mim e procurar chegar ao âmago do meu ser.
Choro e lamento o que devia ter feito e não fiz… traço caminhos com destinos marcados, em horizontes firmes e belos.
UM COLO PARA CADA CRIANÇA - AJUDA DE BERÇO
Solidariedade é uma palavra bonita, que deve ser posta em prática. Tenho um sonho desde criança, que é o de participar activamente numa campanha humanitária num País africano. Por isso, decidi abrir espaço no meu Blog para divulgar campanhas e projectos.
Inicio com "Raising Malawi". Um interessante projecto com foco no País mais pobre do mundo!
Nada disso... apenas me comovo mais e mais com a beleza das letras e músicas que pertencem ao meu espólio emocional...
GENTE HUMILDE
Letra:Vinícius de Moraes Música: Garoto/Chico Buarque
Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Feito um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a como
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar
Hoje quero partir por esta estrada... quero tocar o Sol...
Loreena McKennitt - The mummers' dance
When in the springtime of the yearWhen the trees are crowned with leaves
When the ash and oak, and the birch and yew
Are dressed in ribbons fair
When owls call the breathless moon
In the blue veil of the night
The shadows of the trees appear
Amidst the lantern light
Chorus:
We've been rambling all the night
And some time of this day
Now returning back again
We bring a garland gay
Who will go down to those shady groves
And summon the shadows there
And tie a ribbon on those sheltering arms
In the springtime of the year
The songs of birds seem to fill the wood
That when the fiddler plays
All their voices can be heard
Long past their woodland days
Chorus
And so they linked their hands and danced
Round in circles and in rows
And so the journey of the night descends
When all the shades are gone
And at your door we stand
It is a sprout well budded out
The work of our Lord's hand"
Para ver o video, clique na imagem:
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Dos nossos verdes anos
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós
Clarice Lispector
Os abutres acercam-se das almas frágeis e ingerem-nas sofregamente.
Ninguém olha para ninguém e tudo é caos...
A solidão e a revolta invadem-me e magoam-me.
Só nas águas claras da ribeira da minha infância encontro paz... e mergulho então na minha existência, para tentar compreender o mundo.
Poema
A minha vida é o mar o Abril a rua
O meu interior é uma atenção voltada para fora
O meu viver escuta
A frase que de coisa em coisa silabada
Grava no espaço e no tempo a sua escrita
Não trago Deus em mim mas no mundo o procuro
Sabendo que o real o mostrará
Não tenho explicações
Olho e confronto
E por método é nu meu pensamento
A terra o sol o vento o mar
São a minha biografia e são meu rosto
Por isso não me peçam cartão de identidade
Pois nenhum outro senão o mundo tenho
Não me peçam opiniões nem entrevistas
Não me perguntem datas nem moradas
De tudo quanto vejo me acrescento
E a hora da minha morte aflora lentamente
Cada dia preparada
Sophia de Mello Breyner Andresen

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